(*) Colunista Nayara Perez
Torcida do Coritiba invade o campo e briga com policiais
Em 2009, no jogo entre Coritiba e Fluminense pelo Campeonato Brasileiro, o time alviverde empatou em 1 a 1 com a equipe da Baixada Fluminense e foi rebaixado para a série B no ano do seu centenário.
Os torcedores do Coritiba indignados com o rebaixamento, invadiram o campo do estádio Couto Pereira e partiram para cima do trio de arbitragem e dos jogadores do Coxa. Policiais tentaram repreendê-los, mas começaram a arremessar cadeiras e placas de anúncios na torcida do Fluminense.
Muitas pessoas saíram feridas. A briga continuou ainda fora do estádio. Ônibus e carros foram quebrados pelos torcedores. Até a casa onde a filha mais nova de Cuca (na época, técnico do FLU) e sua esposa moram no Centro do Paraná, foi apedrejada.
Que torcida é essa? Sempre quando vemos alguma briga com relação a torcidas organizadas, nos perguntamos: até quando elas irão continuar? Como dizer ‘torcida organizada’, sendo que já vimos até mesmo integrantes desses grupos brigando entre si e os clubes sendo penalizados por causa de um ou outro que se diz torcedor? Quem acaba ‘pagando o pato’, somos nós torcedores, que não precisa de nenhuma torcida organizada para afirmar que realmente ama seu time e está sempre presente no estádio vibrando e cantando sem agredir alguém.
Muitas pessoas saíram feridas. A briga continuou ainda fora do estádio. Ônibus e carros foram quebrados pelos torcedores. Até a casa onde a filha mais nova de Cuca (na época, técnico do FLU) e sua esposa moram no Centro do Paraná, foi apedrejada.
Que torcida é essa? Sempre quando vemos alguma briga com relação a torcidas organizadas, nos perguntamos: até quando elas irão continuar? Como dizer ‘torcida organizada’, sendo que já vimos até mesmo integrantes desses grupos brigando entre si e os clubes sendo penalizados por causa de um ou outro que se diz torcedor? Quem acaba ‘pagando o pato’, somos nós torcedores, que não precisa de nenhuma torcida organizada para afirmar que realmente ama seu time e está sempre presente no estádio vibrando e cantando sem agredir alguém.
Fonte: globoesporte.globo.com

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