quinta-feira, 21 de novembro de 2013
A ética tem que prevalecer!
(*) Ana Paula Duarte
Bom, hoje vou contar um pouquinho de um caso em que presenciei quando trabalhei na Assessoria de Imprensa da FHEMIG. (Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais)
Confesso que tanta falta de ética chegou a me impressionar.
Houve um caso de homicídio em Minas Gerais, onde a vítima foi uma adolescente de 16 anos, e o autor do crime, um delegado de idade bem superior. Os dois viviam um relacionamento bem conturbado, até que se chegou a essa situação.
A moça permaneceu internada durante dias no HPS João XXIII, que faz parte da Rede Fhemig, e chegou a ser filmada em seu leito, por um funcionário do hospital que encaminhou essas imagens para a TV e as mesmas foram divulgadas sem a menor cautela, à população.
A família ficou indignada por tamanha falta de respeito, e a Assessoria muito séria em que trabalhei, também.
Levando em consideração:
Independente da profissão que escolhemos ou da audiência que tal matéria irá nos gerar, devemos prezar pelo respeito a população e agir como humanos, antes de jornalistas! E principalmente, nos colocar no lugar de cada personagem! "Não faça com os outros, o que não gostaria que fizessem com você"
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Falta de ética do entrevistador
Olá Gente!
*Nayara Costa
Nos jornalistas temos que aprender a
controlar nossas emoções, é um exercício não muito fácil mas que somos, praticamente,
obrigados a aprender.
Esse vídeo nos mostra a importância disso.
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
Victor Fasano bate em Vesgo do Pânico
(*) Nayara Perez
Em 2005, o repórter Vesgo e o Sílvio do "Pânico na TV" da Rede TV! na época, foram fazer uma reportagem e no local estava Victor Fasano. Vesgo se aproximou do ator global para fazer uma entrevista e o abordou com o trocadilho: "Victor, faz anos que não te vejo!". No mesmo instante, Fasano que estava de costas para o repórter, se virou e lhe esbofeteou.
Depois desse episódio, Victor disse não ter se arrependido do ocorrido. "Quando alguém quer agendar uma entrevista comigo, basta telefonar que eu marco. Não é o que fizemos? Não estamos aqui conversando educadamente? Pois é. Agora, se alguém se acha no direito de enfiar um microfone na minha boca, eu não posso aceitar. Não acho isso engraçado. Tem gente que acha, eu não!", acrescentou.
Fonte: uol.com.br
youtube.com
Jogadores cruzam os braços e mostram faixas em protesto contra a CBF
(*) Colunista Nayara Perez
Jogadores mostram faixas protestando por um futebol melhor
Nesta quarta-feira (13), o Bom Senso F.C, fez protestos contra a CBF em todos os jogos do Brasileiro, pelas atuais condições oferecidas pelo futebol do país. No primeiro minuto das partidas, os jogadores cruzaram os braços e mostravam faixas também, como: "Por um futebol melhor para todos" e "Amigos da CBF: e o bom censo?". Nas redes sociais o Bom Senso F.C, avisou que isso irá se repetir nos próximos jogos do campeonato.
Fonte: uol.com.br
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Teste de Honestidade x Código de Ética do Jornalista
(*)Geisiane de Oliveira
Código de Ética do Jornalista
III - obtidas de maneira inadequada, por exemplo, com o uso de identidades falsas, câmeras escondidas ou microfones ocultos, salvo em casos de incontestável interesse público e quando esgotadas todas as outras possibilidades de apuração;
Primeira prisão do mensalão
O Supremo Tribunal Federal
(STF) decidiu hoje, quarta-feira (13/11), por maioria de votos, a prisão imediata do ex-diretor do Banco do Brasil (BB) Henrique Pizzolato. Ele foi
condenado a 12 anos e 7 meses pelos crimes de corrupção passiva,
peculato e lavagem de dinheiro.Foi a primeira prisão decratada desse escâdalo, totalmente anti-ético! Que venham as próximas prisões. Os brasileiros aguardam anciosos para que a justiça seja feita!
Para mais informações, acesse:
Colunista: Marina Marras
A ética que nos segue
Olá pessoal!
Confiram essa matéria sobre ética no jornalismo, que
nunca vai deixar de ser fundamental para este veículo de comunicação!
*Michelle Gomes
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Professor Pasquale ensina usar a crase corretamente
Fonte: You Tube (*)
Cristina Costa
Muito famoso por suas dicas de português, o professor Pasquale tem
vários vídeos na internet com várias dicas sobre como escrever corretamente, o
português. Como usar a crase ainda é dúvida para muitas pessoas e para ajudar
segue o link com um vídeo do professor Pasquale com dicas de como usar
corretamente a crase.
Acesse o link:
http://www.youtube.com/watch?v=CqQ40kTXofE
Aprender não tem fim, por isso sempre que surgir uma dúvida não
permita que ela continue busque, a resposta para que não aumente o seu
dicionário de interrogações.
Até que ponto é falta de ética?
Boa tarde!
*Nayara Costa
Pessoal, no jornalismo estamos sujeitos as mais diversas situações,
algumas nos deixam sem saber como agir, já outras temos atitudes instantâneas
que quando assustamos foi feito ou falado. No caso deste vídeo a apresentadora
não consegue conter os risos, a questão é: Podemos considerar essa atitude como
falta de ética?
Acho importante ponderar que independente da profissão
somos humanos e estamos, a todo momento, sujeitos a falhar em nossa trajetória.
domingo, 10 de novembro de 2013
Ministro Joaquim Barbosa critica falta de preparo dos jornalistas Brasileiros
(*) Cristina Costa
O
ministro Joaquim Barbosa presidente do Supremo Tribunal Federal participou da
conferência Global de Jornalismo Investigativo no dia 14 de outubro na PUC- RJ e
criticou, a forma como os jornalistas estão cobrindo, as pautas no STF. Segundo
ele, a imprensa é monotemática e despreparada para cobrir a pauta. “Sinto falta
de uma cobertura com especialização e profissionalismo. Não vejo repórteres com
astúcia de descobrir um grande fato jornalístico nas entrelinhas”, opinou. Para
ele as pautas são obsessivas pelo mensalão. Os jornalistas brasileiros estão
com uma má fama perante as autoridades isso é preocupante já que profissionais
de comunicação são formadores de opinião pública. Não podemos deixar que a
comunicação seja vista de forma errada.
sábado, 9 de novembro de 2013
Repórter atende celular ao vivo
Fonte: Youtube.com
Todos sabemos que os repórteres estão sujeitos a enfrentar diversas situações quando estão ao vivo.
Mas poucos poderiam esperar queo problema viesse de dentro do bolso da própria repórter. O celular toca durante o vivo e ela nem hesita em atender, ignorando o fato de estar na tv.
Pedro Duarte
Ataque de riso
Era pra ser apenas uma nota de um acidente de Downhill ocorrido nos Eua, se não fosse o ataque de riso sofrido pelo apresentador da ESPN. Ao lado de seu colega de bancada, o jornalista se descontrola ao narrar o acidente provocado por um cervo que invadiu a pista, colidindo com o skatista.
Pedro Duarte
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Rapaz aparece mostrando as nádegas em programa religioso
(*) Nayara Perez
Durante o programa "Fala que eu te escuto", da Rede Record exibido no dia 30 de julho, que é apresentado pelo bispo Clodomir Santos e também pelo pastor André Cajeu, estava sendo abordado o tema "Obesidade infantil", quando o pastor chamou ao vivo pelo skype Graziele Consentini e ao longo da conversa, atrás da garota apareceu seu primo mostrando as nádegas.
Fonte: wikipedia.com
natelinha.ne10.uol.com.br
youtube.com
youtube.com
Crise no Ministério dos Esportes
(*) Colunista Nayara Perez
Esta charge foi criada pelo cartunista Renato Machado, retratando a crise no Ministério dos Esportes em 2011.
Fonte: dignidadecampos.blogspot.com
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
5 livros imperdíveis de ética jornalística!!!
Olá Pessoinhas *_*!! Confira algumas dicas de livros!!
The Ethical Journalist (O jornalista ético) :é obra recente, editada em 2010 pela Wiley-Blackwell. O subtítulo do livro do experiente jornalista Gene Foreman dá uma dimensão do que se pode encontrar nas 408 páginas do volume: “Tomando decisões responsáveis na busca pela notícia”. O que o leitor tem diante de si é um bem sustentado manual de ética jornalística, fartamente ilustrado com casos reais e com dilemas profundos sobre como agir na profissão. O estilo é bem norte-americano mesmo. Então, o leitor se depara com um tratamento bastante objetivo dos temas, com um pragmatismo que nem sempre estamos acostumados nas redações brasileiras. Mesmo assim, vale a leitura e vale a consulta à obra, que traz tópicos muito oportunos, como questões éticas específicas do webjornalismo e do jornalismo visual, coberturas em sociedades complexas e multiculturais, e transformações na mídia e ética…
Ethics for journalists (Ética para jornalistas): é assinado por Richard Keeble, diretor do Departamento de Jornalismo da City University de Londres e autor de um dos manuais mais conhecidos da área no Reino Unido: The Newspapers Handbook. Neste livro sobre ética – mais econômico nas palavras, afinal são apenas 168 páginas, e mais focado no assunto -, Keeble trata com desenvoltura temas que já atraem nossa atenção pelo menos desde 2001, quando a obra foi editada pela primeira vez: tabloidização das notícias, regulação da mídia, coberturas de assuntos delicados como gênero, doenças mentais, deficiências, Aids e o mundo gay… Merece atenção o último capítulo onde o autor “ensina” a como responder diante de dilemas éticos práticos e contemporâneos.
The ethical journalist (O jornalista ético):foi lançado em 2007 e é assinado por Tony Harcup, professor sênior do Departamento de Estudos em Jornalismo da University of Sheffield. Nas 210 páginas do livro, o autor adota posições bem demarcadas sobre novos valores nas redações, sobre interesse público, regulação do jornalismo e sobre o surgimento de novos padrões de conduta. A conclusão é óbvia, mas não menos importante de ser repetida: “jornalismo ético é jornalismo bom”. Os apêndices do volume servem como um bom complemento aos debates: são códigos de ética ou recomendações de conduta de diversas empresas de mídia ou órgãos classistas, que vão da estatal BBC à emergente Al-Jazeera, passando pelo poderoso Ofcom, o departamento britânico que cuida das Comunicações.
Ethical Communication – Moral Stances in Human Dialogue (Comunicação Ética: instâncias morais no diálogo humano) foi organizado por John C. Merrill e Clifford G. Christians, dois dos nomes mais conhecidos internacionalmente sobre o tema. Como aponta o próprio título, a obra de 2009 é menos jornalística e mais ampla, salientando sobre como a comunicação de massa pode contribuir para o desenvolvimento humano sendo difundida de uma maneira mais plural e equilibrada. Para isso, os organizadores convidam professores e pesquisadores de diversas instituições a buscarem na filosofia e noutros campos conceitos e ideias que podem contribuir para o cenário que se deseja. Como se fossem convocados a ensinar, Aristóteles ou Madre Teresa desfilam pelos capítulos, assim como Gandhi, Paulo Freire, Platão, Maomé, Nietzsche, Martin Luther King, Habermas, Marx, Moisés, Kant, Maquiavel, entre outros. Acontece o mesmo com conceitos como os de solidariedade, lealdade, liberdade, caráter, superação, pragmatismo, cidadania… Uma obra para expandir a mente e abrir o coração.
The invention of journalism ethics – the path of objectivity and beyound (A invenção do jornalismo ético – o percurso da objetividade e além) parte de uma questão incômoda: a objetividade existe nas novas mídias? Stephen Ward, professor da área na University of British Columbia, argumenta que tanto os jornalistas quanto o público precisam de uma nova teoria da objetividade. É este o propósito que move o autor nas 360 páginas do livro originalmente lançado em 2004 no Canadá e que só atravessou as fronteiras daquele país dois anos depois. Seu longo argumento se sustenta em três sólidos capítulos: as raízes da objetividade jornalística, a sua evolução a partir do século XVII e a proposição de uma objetividade pragmática, vislumbrando até mesmo um futuro para essa ideia. Arrojado, insistente e severo.
(*)Geisiane de Oliveira
The Ethical Journalist (O jornalista ético) :é obra recente, editada em 2010 pela Wiley-Blackwell. O subtítulo do livro do experiente jornalista Gene Foreman dá uma dimensão do que se pode encontrar nas 408 páginas do volume: “Tomando decisões responsáveis na busca pela notícia”. O que o leitor tem diante de si é um bem sustentado manual de ética jornalística, fartamente ilustrado com casos reais e com dilemas profundos sobre como agir na profissão. O estilo é bem norte-americano mesmo. Então, o leitor se depara com um tratamento bastante objetivo dos temas, com um pragmatismo que nem sempre estamos acostumados nas redações brasileiras. Mesmo assim, vale a leitura e vale a consulta à obra, que traz tópicos muito oportunos, como questões éticas específicas do webjornalismo e do jornalismo visual, coberturas em sociedades complexas e multiculturais, e transformações na mídia e ética…
Ethics for journalists (Ética para jornalistas): é assinado por Richard Keeble, diretor do Departamento de Jornalismo da City University de Londres e autor de um dos manuais mais conhecidos da área no Reino Unido: The Newspapers Handbook. Neste livro sobre ética – mais econômico nas palavras, afinal são apenas 168 páginas, e mais focado no assunto -, Keeble trata com desenvoltura temas que já atraem nossa atenção pelo menos desde 2001, quando a obra foi editada pela primeira vez: tabloidização das notícias, regulação da mídia, coberturas de assuntos delicados como gênero, doenças mentais, deficiências, Aids e o mundo gay… Merece atenção o último capítulo onde o autor “ensina” a como responder diante de dilemas éticos práticos e contemporâneos.
The ethical journalist (O jornalista ético):foi lançado em 2007 e é assinado por Tony Harcup, professor sênior do Departamento de Estudos em Jornalismo da University of Sheffield. Nas 210 páginas do livro, o autor adota posições bem demarcadas sobre novos valores nas redações, sobre interesse público, regulação do jornalismo e sobre o surgimento de novos padrões de conduta. A conclusão é óbvia, mas não menos importante de ser repetida: “jornalismo ético é jornalismo bom”. Os apêndices do volume servem como um bom complemento aos debates: são códigos de ética ou recomendações de conduta de diversas empresas de mídia ou órgãos classistas, que vão da estatal BBC à emergente Al-Jazeera, passando pelo poderoso Ofcom, o departamento britânico que cuida das Comunicações.
Ethical Communication – Moral Stances in Human Dialogue (Comunicação Ética: instâncias morais no diálogo humano) foi organizado por John C. Merrill e Clifford G. Christians, dois dos nomes mais conhecidos internacionalmente sobre o tema. Como aponta o próprio título, a obra de 2009 é menos jornalística e mais ampla, salientando sobre como a comunicação de massa pode contribuir para o desenvolvimento humano sendo difundida de uma maneira mais plural e equilibrada. Para isso, os organizadores convidam professores e pesquisadores de diversas instituições a buscarem na filosofia e noutros campos conceitos e ideias que podem contribuir para o cenário que se deseja. Como se fossem convocados a ensinar, Aristóteles ou Madre Teresa desfilam pelos capítulos, assim como Gandhi, Paulo Freire, Platão, Maomé, Nietzsche, Martin Luther King, Habermas, Marx, Moisés, Kant, Maquiavel, entre outros. Acontece o mesmo com conceitos como os de solidariedade, lealdade, liberdade, caráter, superação, pragmatismo, cidadania… Uma obra para expandir a mente e abrir o coração.
The invention of journalism ethics – the path of objectivity and beyound (A invenção do jornalismo ético – o percurso da objetividade e além) parte de uma questão incômoda: a objetividade existe nas novas mídias? Stephen Ward, professor da área na University of British Columbia, argumenta que tanto os jornalistas quanto o público precisam de uma nova teoria da objetividade. É este o propósito que move o autor nas 360 páginas do livro originalmente lançado em 2004 no Canadá e que só atravessou as fronteiras daquele país dois anos depois. Seu longo argumento se sustenta em três sólidos capítulos: as raízes da objetividade jornalística, a sua evolução a partir do século XVII e a proposição de uma objetividade pragmática, vislumbrando até mesmo um futuro para essa ideia. Arrojado, insistente e severo.
"Aécio Boladasso" é lançado pelo "O Globo", mas sem repercussão
Na quinta-feira passada (31/10), uma página no Facbook foi lançada em homenagem ao senador Aécio Neves.
Entitulada de "Aécio Boladasso" a página é uma cópia fiel da famosa Dilma Bolada, que faz tanto sucesso. Mas o engraçado/estranho não é a então cópia, e sim a divulgação do perfil fake.
O jornal O Globo lançou em seu portal uma matéria divulgando o "Boladasso", porém quando só tinha um seguidor (foto).
Hoje (6/11), o perfil possuí 3.700 seguidores, contra 558.631 de Dilma Bolada.
Será mesmo que Aécio Boladasso é "lindo, tucano e futuro presidente dessa nação"?
Reportagens relacionadas:
"Aécio Boladasso" é lançado no Facebook, no Twitter e em... O Globo
Depois de Dilma Bolada, Aécio Neves ganha versão ‘Boladasso’
Colunista: Marina Marras
terça-feira, 5 de novembro de 2013
O conceito da ética por Eugênio Bucci
Esse vídeo com o jornalista Eugênio Bucci traz a tona mais
uma vez, que o jornalismo necessita da ética para ser conceituado. Veja: http://www.youtube.com/watch?v=YdEyr8cBF9Q
*Michelle Gomes
Até que ponto as redes sociais limitam a liberdade do outro?
Boa tarde, meu povo!
A dica de hoje é sobre redes sociais.
*Nayara Costa
Esse vídeo fala da importância da ética nas redes sociais e faz alguns questionamentos. "Até que ponto as redes sociais limitam a liberdade do outro?"
Vale a pena conferir!
Abraços =)
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Dicas de português
Galera! Hoje nos vamos aprender como escrever cada vez melhor, afinal um bom texto não faz mal a ninguém!
*Michelle Gomes
1. Ninguém quer ler porcarias
É claro que o conceito de "porcarias" é bastante subjetivo, mas se você mesmo considera um assunto desnecessário, por que falar dele? Procure assuntos que despertem interesse - não só para você, mas também para o seu público. Quanto mais você se interessa sobre o que vai dizer, melhor poderá falar sobre. Portanto, antes de iniciar um texto pense: será que alguém está interessado em saber disso?
2. Antes de ser esperto, seja claro
Um texto cheio de estilo não serve para nada se as pessoas não conseguem entender o que você está dizendo. Preocupe-se, primeiro, em fazer com que os seus leitores entendam perfeitamente o conteúdo do texto, para, só então, pensar em adicionar palavras difíceis e afins.
3. Conte histórias, não estatísticas
Embora os dados sejam fundamentais para validar a veracidade do seu texto, as pessoas se interessam muito mais por histórias. Experiências que você - ou alguém que você conhece - viveu contam muito mais do que um aglomerado de números no meio da página. O que você precisa fazer, então, é dar um jeito de inserir as estatísticas dentro da história. Isso não é difícil, basta encontrar o gancho certo para trazer determinada informação à tona.
4. Leve em conta sua audiência
Você não deve ser hipócrita a ponto de omitir as próprias opiniões para agradar a sua audiência, lembre-se de que alguém há de concordar com você. Contudo, você também não precisa bancar o "do contra" e se opor a qualquer afirmação que vem sendo feita. Antes de começar o seu texto, pense em como os seus leitores vão receber aquela informação. Você não precisa dizer exatamente o que eles querem ouvir, mas pode abordar os assuntos que mais geram interesse neles. Essa é uma boa saída para ser honesto e, ainda assim, agradar.
5. A escolha de palavras importa
Assim como o estilo, a escolha de palavras não ajuda em nada se o texto não tiver conteúdo. Lembre-se de que talvez as pessoas não tenham o mesmo conhecimento de vocabulário que você possui. Por que encher um texto de termos grandes e complicados se você pode simplificar a vida de quem está lendo? Prefira sempre a saída mais simples, isso não é sinônimo de texto pobre, não se preocupe.
COMO USAR: MAU X MAL
Dicas de Português
* Nayara Costa
Eis aí expressões que às vezes nos
confundem no momento de empregá-las corretamente, pois são palavras homófonas,
ou seja, possuem o mesmo som, embora denotem sentidos diferentes.
No que
se refere às normas gramaticais, às vezes existem certos “atalhos” que
facilitam melhor a nossa compreensão, e nada melhor do que utilizarmos como
exemplo as duas expressões já discutidas. Observe:
Quando
usar Mau? No momento em que houver possibilidade de
substituirmos pela palavra Bom, que é o seu antônimo.
E
quando usar Mal? Somente quando puder ser substituído por Bem. Muito simples, não?
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Jornalista da Brasil Urgente da Bahia causa revolta na classe
·
Cristina Costa
O comportamento da
repórter Mirella Cunha do Brasil Urgente da Bahia, causou revolta e indignação
aos colegas de profissão. A jornalista que foi entrevistar um acusado de estrupo
e tentativa de roubo durante toda a entrevista foi motivo de chacota pela
jornalista da TV Band. O jovem ficou o tempo todo sendo instigado, a responder
as perguntas que a própria Mirella Cunha afirmava, isso tudo fora às piadas
irônicas. Os erros de português e a pronuncia do acusado, ajudou ainda mais, a jornalista
a zombar da cara do jovem.
Mirella só envergonha a
classe de jornalistas ver uma profissional que deveria dar o exemplo tirando
proveito de uma situação constrangedora. A jornalista quis ser engraçada, mas
acabou se prejudicando já que vários profissionais da classe foram contra a sua
atitude. Por isso temos que pensar muito na hora de falar, o que pensa e
ironizar uma pessoa. Mesmo sendo um preso merece respeito. Ainda mais quando é
suspeito e não tem prova.
Estagiária passa na frente da câmera na hora da apresentação do SBT Brasil
(*) Nayara Perez
Infelizmente, o blog não identificou o vídeo
(Acesse este link acima)
No momento em que os âncoras do jornal SBT Brasil iam começar a apresentar no dia 28 de outubro, uma estagiária entrega o ponto para Joseval Peixoto e ainda passa na frente da câmera agachada. Rachel Sheherazade inicia o telejornal, mas Peixoto acaba perdendo o foco e não falou nada na hora da chamada das matérias.
Bom, futuros jornalistas, vamos começar a mandar currículos para o SBT, porque essa estagiária não deu sorte.
Fonte: www.aimorridesungabranca.com
youtube.com
Para saber mais!
(*) Colunista Nayara Perez
No dia 17 de outubro, abordei o tema “Doping”, aqui no blog. Lendo o jornal “O Tempo”, vi uma publicidade sobre o assunto e descobri por acaso que no dia 2 de outubro, foi lançada a campanha “Eu não preciso de doping para ser o melhor. Nem você”, durante um seminário que aconteceu aqui em Belo Horizonte no Teatro José Aparecido de Oliveira, da Biblioteca Pública Estadual Luiz Bessa, localizado na praça da Liberdade, promovido pela Secretaria de Estado de Esportes e da Juventude (SEEJ).
É muito bom saber, que coisas desse tipo estão acontecendo bem perto de nós. Peças publicitárias foram produzidas para conscientizar não só atletas, mas todos de um modo geral, sobre o problema do doping no esporte.
Esta campanha tem o apoio do Conselho Regional de Educação Física e do Governo de Minas.
Fonte: observatorio.esportes.mg.gov.br
esportes.mg.gov.br
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