domingo, 22 de setembro de 2013

Dando ênfase em um assunto já abordado neste blog, voltamos a uma questão muito discutida no meio jornalístico. Até que ponto um jornalista ou um profissional da comunicação deve se deixa envolver para reportar um fato?

Diferentemente do exemplo citado na postagem anterior, apontando uma jornalista do jornal O Globo, que teve sua passagem aérea custeada pelo STJ (supremo tribunal de justiça), podemos citar outro exemplo comumente vivenciado pela imprensa, mas pouco comentado.

Frequentemente, jornalistas esportivos, juntamente com suas equipes, tem suas viagens custeadas pelas equipes de futebol profissional, pela qual estão indo cobrir e entrevistar, ocorrendo principalmente em campeonatos internacionais.

Se o manual de ética do jornalista o impede de aceitar brindes, presentes, convites e etc, principalmente se tratando de um entrevistado, o que dizer sobre esse costume?

Outro exemplo são os jornalistas especiais que cobrem o Vaticano e o Papa e que frequentemente viajam no avião particular do Sumo Pontífice. E lá mesmo acontecem as entrevistas coletivas que são veiculadas pelo mundo inteiro. Fazendo isso, jornalistas não assumem o risco de se posicionarem a respeito de
determinada causa ou assunto?

Foto: Repodução

Pedro Duarte

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